segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Missões – Restaurando o Velho Modelo - Parte I

Esse texto relata algo atual que vivenciamos. Precisamos de posturas mais agressivas e determinadas em relação a pregar o evangelho. Precisamos ir adiante. AVANÇAR!

Fonte: http://www.fazendodiscipulos.com.br/

Missões – Restaurando o Velho Modelo

Desde os tempos dos primeiros apóstolos em Jerusalém, a igreja tem cedido à inclinação de ficar onde está, cuidando e aperfeiçoando o fruto local (At 1.8 x At 8.1). Uma das conseqüências diretas desta atitude é uma resistência inconsciente ao mandamento do Senhor Jesus: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações... e sereis minhas testemunhas... até aos confins da terra(Mt 28.19; At 1.8).

Nos capítulos 10 e 11 de Atos vemos a resistência dos líderes da igreja e o esforço do Espírito Santo em convencê-los a irem aos gentios levando-lhes o Evangelho. Neste esforço, o Senhor chega a permitir uma perseguição para que a igreja se disperse e, finalmente, alcance os povos, sendo luz do mundo e sal da terra (At 8.1-8; 11.19-21).

A primeira igreja fora dos limites de Israel, nasceu em conseqüência da dispersão de discípulos por causa de uma perseguição e não por um planejamento e ação dos apóstolos! Que tristeza!

Então, a partir de Antioquia da Síria, do meio de uma igreja formada sem as pressões da tradição judaica (At 11.1-4,15-18), Deus levantou apóstolos que fossem aos gentios romper o domínio de Satanás e estabelecer o Reino de Deus (At 26.17,18; Rm 15.18-21; Ef 2.11-22), edificando a Igreja sobre o sólido fundamento que é Cristo (1Co 3.10,11).

Durante toda a Idade Média (um período de mais de mil anos, conhecido na história como idade das trevas) a igreja se manteve confusa e oculta sob o véu do romanismo católico, com raras expressões da vida de Cristo.

Com a Reforma Protestante (um dos marcos do fim da Idade Média), inicia-se um claro processo de restauração da Igreja, que incluiu um grande movimento de renovação e avivamento da igreja na Europa e América do Norte, seguido de um forte despertar missionário que alcançou grande parte da Ásia e África. Contudo, os avanços mais expressivos foram fruto da iniciativa de alguns homens, verdadeiros apóstolos que marcaram a história. A igreja, como um todo, não se envolvia nesta obra, embora tenha havido exceções notáveis como os morávios, que enviaram obreiros por todo o mundo, do Pólo Norte, entre os esquimós, até à Patagônia, no extremo sul da Argentina, passando pela Europa, América do Norte, África e muitas ilhas do Pacífico e Atlântico.

Missões restaurando o velho modelo - Parte II (Final)

O fato de que, ao longo da história da igreja, a maior parte do avanço missionário ter sido fruto do esforço isolado de alguns homens, pode ter contribuído para se criar a idéia de que é necessário um “chamado especial”. Este entendimento tem produzido três erros graves:

  1. A igreja não se move. Ao invés de planejar o envio de obreiros fica esperando que alguém receba um “chamado” para ir aos povos não alcançados;
  2. Qualquer um que diz ter um “chamado”, passa a ser um candidato a missionário / apóstolo sem se levar muito em conta suas qualificações para o ministério. Se ele goza de um bom testemunho e tem um “chamado”, já pode ser enviado, bastando para isso um breve treinamento transcultural;
  3. Aquele que recebe o “chamado” passa a ser visto como alguém muito especial, pois recebeu um chamado de Deus para a obra missionária.


O resultado disso é que a evangelização do mundo deixa de ser responsabilidade da igreja, como reino de sacerdotes, passando a uns poucos “especialmente vocacionados”. Destes poucos que são enviados, um grande número é de gente completamente despreparada. Ouvi, anos atrás, de um ex-muçulmano, líder da igreja no mundo islâmico, a seguinte frase: “Mais de 90% dos missionários que atuam em países islâmicos, fariam um grande favor à igreja do mundo muçulmano se voltassem aos seus países de origem, pois estão atrapalhando”. Isto não significa que não sejam santos ou sérios, mas que não estão aptos para este tipo de obra.

Creio que Deus pode chamar alguém de modo especial, mas esta é a exceção e não a regra. A regra é que a igreja planeje alcançar todo o mundo e, em jejum e oração, eleja homens segundo os critérios do Novo Testamento (At 13.1-3; 1Tm 3.1-7; Tt 1.5-9). Não se pode exigir de um homem enviado para estabelecer igrejas onde não existe ou existe em estado precário, menor qualificação do que se exige dos pastores que são estabelecidos na igreja local.

Entendemos, então, que a evangelização transcultural é uma tarefa ordinária, ou seja, deve constar da agenda da igreja como uma rotina. Nem todos serão enviados, mas todos devem estar comprometidos em oração e com o sustento. Não é a tarefa de um homem vocacionado, mas da igreja como Corpo de Cristo. É o Espírito Santo quem envia, mas é pela igreja que ele o faz (At 13.3,4; Rm 10.13-15; 1Co 9.3-10). Aleluia!

Se não houver uma metanóia (uma verdadeira mudança de mente) a igreja continuará tímida e remissa na liberação de obreiros e recursos para o trabalho em outras culturas e nações e os povos continuarão servindo ao diabo (1Co 12.2; Gl 4.8; Ef 2.11-13; 1 Ts 1.8-10; At 14.15; 15.3,4,12 etc). Mas não é esta a vontade de Deus: “Pois não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo! Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como creram naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão se não forem enviados? (Rm 10.12-15).

“Esforçando-me deste modo por pregar o Evangelho, não onde Cristo já fora anunciado... antes, como está escrito: hão de vê-lo aqueles que não tiveram notícia dele, e compreendê-lo os que nada tinham ouvido a seu respeito” (Rm 15.20,21).


“Então darei lábios puros aos povos, para que todos
invoquem o nome do Senhor, e o sirvam de comum acordo” Sf 3.9. Aleluia!

Encontro Geral Solteiros 21/09/2008

Sem dúvidas esse encontro foi a continuação do encontro passado (14/09) que fomos presenteados com a grande e tremenda presença de DEUS de forma muito intensa e única. "Não tem como reprisar aquele momento”. Já que não podemos repetir, sobra testemunhar do que aconteceu.Começamos o encontro de joelhos reverenciando o nosso SENHOR e sedentos daquela presença que tínhamos experimentado no encontro passado. Realmente o Senhor começou a incomodar alguns irmãos a dar testemunho sobre o que a reunião passada tinha desafiado os seus corações. E de forma muito simples irmãos começaram a colocar sua situação.
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Devemos nos desprender deste mundo, e este não é um assunto novo. Creio que todos o conhecem, mas o fato não é simplesmente abandonar o mundo. Pois todos que querem ser discípulos devem renunciar a tudo quanto tem. Mas a questão é: Não sejamos discípulos acomodados, em sua vida rotineira. Não foi para isso que fomos chamados. DEUS insistentemente tem desafiado a igreja a fazer missões. Isso tem ardido nos corações de alguns irmãos. E é desse desprendimento que estamos abordando: Se desligar de tudo nesta vida e nos dedicarmos a fazer missões. De estarmos definidos no SENHOR neste aspecto e com toda disposição para enfrentar todas as mudanças.

Encontro Geral - 14/09/2008

O SENHOR JESUS nos presenteou com sua presença de forma indescritível e muito graciosa em um encontro muito marcante e de uma palavra desafiadora, que deixou-nos com o coração cheio de amor, esperança e ao mesmo tempo desafiados a sermos missionários e fazer discípulos de todas as nações.
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O encontro não seguiu nenhuma linha de pensamento, mas foi o tempo todo conduzido pelo Espírito Santo que inundou os nossos corações. Tivemos uma palavra direcionada sobre restauração. Que fora acompanhado pela reintegração de três irmãos queridos, que estavam fora da comunhão. Os mesmos pediram perdão em público a igreja, a qual se encheu de compaixão por aquelas vidas que estavam mortas, mas que naquele momento estavam ressuscitando para uma vida com CRISTO. A alegria foi geral e todos se agraciaram naquele momento. Um momento de festa na terra e no céu. ALELUIA!
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O pastor Junior trouxe uma palavra muito forte a todos que a ouviram. Exortando-nos sobre ser missionários. Que deveríamos estar dispostos para pregar o evangelho onde quer que o SENHOR queira, e que o nosso coração seja desprendido de qualquer coisa deste mundo. Que deveríamos estar aproveitando a nossa força, vigor e nossa juventude para pregar em tribos, povos, raças e continentes. Aonde o Senhor quiser. A palavra foi muito impactante, pois para isso que fomos chamados. Para servir ao nosso SENHOR JESUS e ser sua testemunha em todo o mundo.
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Um irmão chamado Wando, sofreu um acidente (Ele foi atropelado de bicicleta por um veículo em uma rodovia estadual, próximo a sua casa) que o deixou tetraplégico, e no hospital através de um irmão muito amado. Wando conheceu JESUS - Estou mencionando essas informações para que possamos entender o que o irmão compartilhou - Este amado irmão Wando vive em uma cadeira de rodas. Além de não andar, ele não consegue fazer “nada” sozinho, como: escovar os dentes, lavar o rosto, trocar de roupa, entre outros. Não é uma situação favorável e nem confortável para nenhuma pessoa. Principalmente que este amado já teve um condicionamento normal. Sua esposa o abandonou assim que viu a situação dele após o acidente, levando filhos e entrando na justiça para que possa ter uma pensão do beneficio dado pelo governo.
Wando compartilhou de forma muito simples e com uma autoridade que só o nosso SENHOR pode permitir. Com um amor imenso pela igreja ele repetia: “DEUS me disse: Não olhe para os seus problemas! Olhe para mim! Eu sou maior do que seus problemas!” (ALELUIA!!!!) E com isso foi descrevendo seus problemas e desmerecendo-os cada vez mais. Enfatizando que JESUS era maior do que tudo isso. E que JESUS é o nosso SENHOR.
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Amados,
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JESUS é o nosso SENHOR. Ele nos chamou para sermos seus servos, e servos não governam sua vida. Fomos comprados e desta forma deveremos viver. Como servos do SENHOR JESUS. Não devemos planejar um futuro sem que DEUS seja o centro, e que seja ELE a nossa vida. Precisamos estar dispostos a servi-lo, pois somos seus servos. E se ELE nos governa como poderemos planejar o que fazer? ELE é nosso DEUS, REI, SENHOR, PAI, PASTOR. Se uma ovelha quer seguir o seu próprio caminho não acabará desviando-o do seu pastor? Quem quiser ser ovelha desse PASTOR, tem que segui-lo aonde ELE for. AMÉM?!